O desafio de trabalhar em empresas que não são LinkedIn Top Companies.

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É muito bom saber que existem empresas que se preocupam em ser boas empresas para se trabalhar, que estão sempre tentando mostrar para seus funcionários que eles são importantes, e procuram sempre trazer o que há de melhor para eles. Como mostra o artigo LinkedIn Top Companies 2017: onde os brasileiros sonham trabalhar” 

Mas ainda hoje nem todas empresas são assim, e um grande desafio é conseguir trabalhar em uma organização que está muito longe de ser uma “Linkedin Top Company”. É uma luta diária transformar o seu trabalho em algo que de prazer, se auto motivar sem ter um suporte para isto.  Enfrentar as adversidades que encontramos num mundo onde o único objetivo é o lucro, e que deveria ser a consequência.

Empresas que valorizam estruturas organizacionais rígidas, padrões obsoletos, chefes difíceis, funcionários complicados, rotinas desnecessárias e que não trazem retorno, mas que somos obrigados a cumprir. Prevalecendo a dificuldade de ser reconhecido, valorizado, até mesmo ser ouvido por seus superiores. Situações onde temos que aceitar calados ações impensadas, atitudes incoerentes, ostentação do ego, quando o resultado visivelmente caminha para um final trágico.

Sou de uma época em que a pró-atividade, para alguns chefes era interpretada como estar passando por cima da sua autoridade. Lembre-se que estamos falando de chefes e não de líderes. Aceitar a ideia de um subordinado, era o mesmo que mostrar ser incompetente perante a equipe. Para muitos isto pode parecer inaceitável, inadmissível, mas acredite ocorria, e ainda ocorre. Elogiar e aplaudir um funcionário não era uma conduta aprovável.

Sugestões para melhorar processos devem partir de quem o executa, ninguém melhor do que o próprio funcionário para avaliar o seu dia a dia. Porque a alta direção não pode ouvi-lo? O que pensar da seguinte frase: “eu aprendi sozinho, pois quebre a cabeça você também e aprenda só”. Um chefe que pensa assim esquece que quem está perdendo com isto não é só funcionário, é também a empresa. Para onde foi o espirito que equipe?

Ouvir falar de padrinhos e madrinhas para receber novos funcionários, fazer estes se sentirem acolhidos, implantar rede de ideias, como encontrei no artigo “As maiores curiosidades das LinkedIn top Companies”  me fez perceber que realmente as empresas estão mudando a forma que ver os funcionários, e isto precisa ser divulgado.

Não há nada mais produtivo para uma empresa do que pensar no funcionário, na construção da sua carreira. Uma empresa é feita por pessoas, gerar competição interna não é uma forma de promover crescimento interno, e sim repulsa e até insubordinação. A ideia de que “funcionário feliz dá lucro” é muito verdadeira.

Apesar de já ter uma longa caminhada, ainda sonho de trabalhar em uma grande empresa, ou melhor em uma “Top Company”, onde seja valorizada, reconhecida, tenha oportunidade de mostrar a minha experiência, ou melhor o meu conhecimento e tudo que aprendi durante anos de carreira. Gostaria que isto fosse explorado, afinal já vi muita coisa e acredito que tenho uma gama considerável de informações para transmitir. Na minha concepção conhecimento tem que ser compartilhado, caso contrário é só informação, sou fascinada por Gestão do conhecimento…

Mas é importante lembrar que se aprende em todos os tipos de empresa, top ou não, basta você ser humilde e saber diferenciar o que é bom e o que é ruim. Também se aprende muito com o erro dos outros, só é necessário ser um bom observador.  Por este motivo, não desanime se não conseguir trabalhar em uma grande empresa inicialmente, o que importa é você ser um grande funcionário, e o seu êxito estará garantido. Não se esqueça, para alguns pode demorar um pouco mais, mas saber esperar também é um aprendizado.

Cuidado com o que você sonha, porque o seu sonho pode se tornar realidade!

Sucesso a todos!

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